O drama moderno resulta não da decadência, morte ou obsolescência como defendido por Lukács, Adorno ou Lehmann, respectivamente, mas de uma ruptura que o tornou aberta Ser contemporâneo, antes de tudo, é situar-se mais próximo de sua origem. E a origem da criação dramática contemporânea, nós a encontramos justamente na ruptura, na mudança de paradigma que se produziram com autores como Ibsen, Strindberg, Tchékhov, Pirandello, Brecht . Neste novo volume da coleção Estudos, Jean-Pierre Sarrazac procura compreender os limites do drama moderno, percorrendo desde os escritos de Ibsen e Tchékhov a Heiner Müller e Koltès, em sua dimensão rapsódica, mais orgânica e viva, cujos contornos são menos evidentes.
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